O Janeiro Roxo chega ao fim, mas a conscientização sobre a hanseníase precisa continuar todos os dias. Ainda cercada por mitos e preconceitos, a doença não é hereditária, tem cura e, quando diagnosticada precocemente, o tratamento devolve qualidade de vida, bem-estar e autonomia às pessoas que convivem com esse diagnóstico.
O maior desafio, no entanto, ainda é o estigma. O medo da discriminação afasta muitos pacientes da busca por ajuda, atrasando o diagnóstico e o início do tratamento. Por isso, informar é um ato de cuidado, e acolher é um compromisso com a saúde e com a dignidade humana.
Ao fechar o Janeiro Roxo, o Instituto Cisne Barueri reforça a importância do acolhimento, da informação e do apoio como verdadeiros agentes de transformação. Juntos, podemos vencer o preconceito, quebrar barreiras e construir uma sociedade mais justa, empática e consciente, onde saúde também significa respeito.

Jornalista Responsável: Leonardo Deruiche Martins – MTB 78467/SP




